A Sociedade Musical Lira da Esperança foi estabelecida em 1970 por Itagiba Duarte Pinto e Antonieta Olivier Pinto. Desde sua fundação, a instituição tem se mantido ininterruptamente ativa por meio de doações, atuando como uma escola de música vital para a comunidade.
Oferece aulas e atividades gratuitas para estudantes a partir dos seis anos.
Antes da prática instrumental, os alunos participam de oficinas de teoria musical, solfejo e flauta doce.
A escola tem o papel de “apontar novos talentos para a banda”, da qual alguns estudantes são selecionados para integrar a Lira da Esperança, composta atualmente por 50 músicos.
O repertório da banda é variado, abrangendo desde o popular ao clássico, com apresentações em festas municipais e encontros de bandas.
A Lira da Esperança é um celeiro de talentos, de onde saíram músicos profissionais de destaque, incluindo:
O trompetista Silvério Pontes, que colaborou com grandes nomes da música brasileira como Luiz Melodia, Tim Maia, Elza Soares e Cidade Negra.
Diversos outros músicos que integram bandas militares.
A relevância deste trabalho vai além da música, visando evitar a extinção de bandas do interior, um fenômeno lamentavelmente crescente.
Embora a manutenção da banda se baseie no amor e dedicação dos envolvidos, o momento atual exige recursos adicionais para a continuidade e expansão da obra. A meta é garantir que tanto a Banda quanto a Escola possam continuar atraindo crianças, adolescentes e jovens para o universo musical.
O projeto “A música como ferramenta de inserção social” cristaliza o propósito fundamental da Lira da Esperança: ser uma sociedade dedicada a:
Oferecer uma inserção social baseada na ética, comportamento e moral.
Contribuir para a melhora da vida escolar dos jovens.
Funcionar como uma ferramenta crucial de inserção social e profissional e de fortalecimento das cidades no interior do Estado do Rio de Janeiro, mostrando aos jovens um novo mundo através da música.